Revisão de regime tributário
Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real comparados com os números da empresa, para escolher o que custa menos.
Altear Tributário
Revisão de regime, recuperação de créditos e preparação para a Reforma Tributária, com economia lícita e documentada para a empresa decidir sem risco.
Serviços
Tributo costuma ser a maior despesa que ninguém revisa. O regime escolhido na abertura da empresa segue igual anos depois, créditos a que ela tem direito ficam para trás, e cada mudança de lei é descoberta na hora de pagar a guia.
O planejamento tributário olha para isso com método: compara regimes, levanta o que foi pago a mais e prepara a empresa para a Reforma Tributária, sempre dentro da lei e com o caminho documentado.
Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real comparados com os números da empresa, para escolher o que custa menos.
Organização das operações e da estrutura para reduzir a carga de forma lícita, sem apostar em tese arriscada.
Levantamento dos tributos pagos a mais nos últimos cinco anos e do caminho para compensar ou reaver os valores.
O impacto do IBS e da CBS em preço, margem, contratos e caixa, com um plano para a transição até 2033.
Resposta a autuações e consulta formal ao fisco quando a lei deixa dúvida sobre a operação.
Método
Economia tributária sem diagnóstico vira risco. Antes de qualquer proposta, os números da empresa são levantados, e cada caminho é comparado pelo que economiza e pelo que expõe.
Conhecemos a realidade, os objetivos e os desafios da empresa.
Analisamos informações, processos, riscos e oportunidades.
Definimos prioridades, soluções e um plano de ação próprio.
Apoiamos a execução e a integração entre as áreas.
Monitoramos resultados, ajustamos e achamos novas oportunidades.
Perguntas frequentes
É a organização das operações da empresa para pagar menos tributo dentro da lei: escolher o regime certo, aproveitar incentivos e créditos e estruturar as atividades antes que o tributo seja devido. É o oposto da sonegação, que esconde o que já é devido.
Em regra, cinco anos contados do pagamento. Por isso vale revisar cedo: a cada mês que passa, o pagamento mais antigo sai do prazo e deixa de poder ser recuperado.
2026 é o ano de teste, com CBS e IBS destacados na nota a alíquotas simbólicas. Em 2027 a CBS passa a ser cobrada e substitui PIS e Cofins; o IBS substitui ICMS e ISS aos poucos, entre 2029 e 2032, e o novo sistema vale por inteiro em 2033.
Por projeto de escopo fechado, com parte dos honorários vinculada ao êxito sobre a economia obtida. Escopo e condições são definidos depois do diagnóstico.
Vamos conversar
Uma conversa para entender o regime, o faturamento e o que a empresa paga hoje — e dizer onde há economia possível dentro da lei, e onde não há.
As nove forças
Quando o problema atravessa áreas — e quase sempre atravessa — as outras frentes entram na mesma mesa, com um só interlocutor.