Diagnóstico de TI
O retrato dos sistemas, contratos e riscos, com o que resolver primeiro.
Ver diagnóstico de ti →Altear Tech
Software próprio é caro de construir e de manter. Por isso, aqui ele só entra quando o diagnóstico mostra que nenhuma outra saída custa menos.
A decisão
Quase toda necessidade de negócio já tem software pronto. Comprar é mais barato, entra mais rápido e alguém já resolveu os problemas que você ainda vai ter. Construir só faz sentido quando a operação tem algo que o mercado não atende — uma regra de negócio própria, um fluxo que é a vantagem competitiva da empresa, uma integração que nenhum produto contempla.
O erro comum é decidir isso pelo entusiasmo. Alguém se frustra com uma limitação do sistema atual, e a conclusão vira 'vamos fazer o nosso'. Meses depois a empresa tem um sistema próprio para manter, com custo recorrente que ninguém orçou, resolvendo um problema que uma integração de duas semanas resolveria.
Por isso o desenvolvimento sob medida aqui vem sempre depois do diagnóstico. Quando ele se confirma como o caminho, a construção é feita em etapas curtas, com quem vai usar acompanhando desde o começo — e não em uma entrega única no fim de seis meses, que é onde os projetos morrem.
O que entra no trabalho
Como funciona
Confirmar que construir é mesmo a saída mais barata. Às vezes não é, e o projeto termina aqui.
Escopo, telas e prazo fechados. O orçamento sai daqui, com o problema já dimensionado.
Entregas parciais utilizáveis, revisadas com quem vai operar o sistema.
Entrada em produção acompanhada, seguida do mensal de manutenção e evolução.
Perguntas frequentes
Não há faixa honesta antes do desenho. O que define o custo é o número de fluxos, o volume de integrações e as regras de negócio envolvidas. Por isso o orçamento sai depois do diagnóstico e do desenho, quando o escopo está fechado — orçar antes disso é chutar.
As primeiras entregas utilizáveis costumam sair entre seis e dez semanas depois do desenho aprovado. O projeto inteiro depende do escopo, mas trabalhamos em ciclos justamente para que algo de valor entre antes do fim.
Sim. O código e os dados são do cliente, e isso fica em contrato. Você pode levar o sistema para outro fornecedor se quiser — não trabalhamos com dependência forçada.
Quando ele permite, é o caminho preferido: integrar sai mais barato que substituir. Boa parte dos projetos é exatamente isso — um sistema satélite que resolve o que falta e devolve o dado para o ERP.
Também na Altear Tech
O retrato dos sistemas, contratos e riscos, com o que resolver primeiro.
Ver diagnóstico de ti →Rotinas manuais eliminadas e sistemas conversando entre si.
Ver automação de processos →Painéis de decisão sobre dado confiável, atualizados sozinhos.
Ver bi e dashboards →Vamos conversar
Uma conversa para entender o cenário e dizer, com honestidade, se há trabalho de tecnologia a fazer — ou se o problema está em outro lugar.